fbpx
Alzheimer

Alzheimer: entenda as fases e quais medicamentos tomar

O que é Alzheimer? Sintomas de Alzheimer Fases do Alzheimer Alzheimer fase final sintomasVeja tambémFibromialgia: sintomas, tipos e tratamento (guia)Uso da Cannabis medicinal no tratamento de AlzheimerCanabidiol: o que é, onde encontrar e para que serve!Como tratar a ansiedade com Cannabis medicinalComo funciona o tratamento com Canabidiol (CBD)O que é ansiedade, 44 reações e como […]

Conteúdo escrito e revisado
Medicina In Comitê Científico, atualizado em 28 de junho de 2022
idoso com alzheimer pensativo

O que é Alzheimer?

Sintomas de Alzheimer

Fases do Alzheimer

Alzheimer fase final sintomas

Alzheimer mata?

Medicamentos para Alzheimer

O que é Alzheimer?

O alzheimer é um transtorno cerebral que destrói lentamente a memória e a capacidade raciocínio, e, com o tempo, a habilidade de realizar as tarefas mais simples.

As pessoas que sofrem com o alzheimer também passam por mudanças de comportamento e de personalidade.

Os sintomas do alzheimer, tais como alterações na forma de pensar, recordar, raciocinar e comportar-se são conhecidas como demência.

Por isso, algumas vezes se faz referência ao Mal de alzheimer simplesmente como demência. Outras doenças e condições podem ocasioná-la, mas o alzheimer é a causa mais frequente entre as pessoas idosas.

A doença de alzheimer não é uma parte considerada normal do processo de envelhecimento, mas o resultado de mudanças complexas no cérebro que começam anos antes do surgimento dos sintomas que originam a perda de neurônios e suas conexões.

Ainda não são compreendidas plenamente as causas do alzheimer, mas é provável que seja apontada uma combinação de uma série de fatores, como:

  • Mudanças no cérebro relacionadas com o avanço da idade (encolhimento, inflamação, danos nos vasos sanguíneos e uma menor produção de energia dentro das células), que podem afetar os neurônios e outras células cerebrais);
  • Alterações ou diferenças nos genes, que poderiam ser hereditários. Ambos tipos de alzheimer (o tipo muito pouco frequente de início precoce, que ocorre entre os 30 e os 65 anos, e o tipo mais frequente, de início tardio, entre pessoas maiores de 65 anos) podem estar relacionadas de alguma maneira com a questão genética;
  • Muitas pessoas com a condição genética da Síndrome de Down poderão desenvolver alzheimer à medida que vão envelhecendo, havendo a possibilidade de apresentar sinais da doença a partir dos 40 anos;
  • Fatores de saúde, ambiente e estilo de vida que poderiam intervir de alguma forma, como exposição a emissões poluentes, doenças cardíacas, derrames, hipertensão, diabetes e obesidade.

Em um primeiro momento, a perda de memória é leve, mas, na etapa final do alzheimer, as pessoas perdem a capacidade de manter uma conversa e responder ao seu entorno.

As pessoas com alzheimer vivem uma média de oito anos depois da manifestação dos sintomas, mas a sobrevivência pode oscilar entre quatro e 20 anos, dependendo da idade e outras condições de saúde.

Atualmente, o alzheimer não tem cura, mas possui tratamentos para os sintomas característicos. Além disso, a comunidade científica segue dedicando-se a pesquisar a doença.

Embora os tratamentos atuais para o alzheimer não consigam deter o avanço da doença, podem retardar o agravamento dos sintomas por algum tempo e melhorar a qualidade de vida das pessoas com alzheimer e seus cuidadores.

Os cientistas acreditam que a doença do alzheimer impeça que partes responsáveis pela produção das células funcionem corretamente em nosso cérebro. No entanto, não têm certeza sobre aonde começa o problema.

Apesar disso, há pesquisas que trazem otimismo na descoberta cada vez mais rápida do alzheimer. Pesquisadores desenvolveram um método capaz de identificar o alzheimer com apenas um exame de ressonância magnética.

Este estudo publicado pelo periódico Nature Communications Medicine utiliza a tecnologia de machine learning para rastrear áreas do cérebro e analisá-las conforme as características específicas de cada uma, como tamanho, forma e textura.

Entre os 400 pacientes que participaram da pesquisa, foram avaliados aqueles que possuem alzheimer, pessoas saudáveis e também indivíduos com outros quadros de doenças neurodegenerativas, como a demência frontotemporal e o Parkinson.

Os resultados observados foram bastante promissores. Após a ressonância magnética utilizada para o rastreamento do alzheimer, 98% dos exames detectaram a doença e, em 79% dos casos, identificou-se o estágio com alto grau de precisão.

Mas, à medida que este sistema tem seu funcionamento prejudicado, passa a causar problemas em outras áreas.

Desse modo, conforme os danos se espalham, as células perdem sua capacidade de trabalhar e vão morrendo gradativamente. Isso causa mudanças irreversíveis no cérebro.

As mudanças microscópicas no cérebro começam muito antes do surgimento dos primeiros sinais de perda de memória. O cérebro tem 100 bilhões de células nervosas, que são os neurônios. Cada uma se conecta com muitas outras para formar redes de comunicação.

Os grupos de células nervosas se conectam com muitas outras para formar redes de comunicação. Os grupos de células nervosas realizam tarefas especiais. Alguns ajudam a pensar, aprender e recordar enquanto outros auxiliam a visão, a audição e o olfato.

As células cerebrais, por sua vez, para fazer seu trabalho, funcionam como pequenas fábricas: recebem suprimentos, geram energia, constroem equipamentos e descartam aquilo que é desnecessário.

As células também processam e armazenam informação e se comunicam com outras células.

Assim como costuma acontecer com os outros órgãos do nosso corpo, o cérebro muda à medida que envelhecemos.

A maioria de nós, em algum momento, vai perceber maior lentidão na capacidade de raciocínio e problemas ocasionais para recordar certas informações.

Segundo o grupo de pesquisadores, este estudo permite mais possibilidades de comprovar o alzheimer e, por consequência, administrar o melhor método de tratamento para controlar os sintomas, assim como contribui para amenizar os sintomas de ansiedade dos pacientes e seus familiares em comparação aos exames mais convencionais.

No entanto, a perda de memória grave, a confusão mental e outras mudanças importantes na forma como funciona nossa mente pode ser um sinal de que as células do cérebro estejam falhando.

O sintoma precoce mais comum do alzheimer é a dificuldade de lembrar de informações recém aprendidas porque as mudanças provocadas pela doença geralmente começam na parte do cérebro que afeta o aprendizado.

Conforme o alzheimer evolui em nosso cérebros, os sintomas pioram, incluindo desorientação, mudanças de humor e comportamento, confusão cada vez mais severa sobre eventos, horários e lugares, suspeitas infundadas sobre a família, amigos e cuidadores profissionais, perda de memória mais severa e, por fim, dificuldades para falar, engolir e andar.

As pessoas com perda de memória e outros sinais possíveis de alzheimer podem ter dificuldade para reconhecer que possuem algum problema.

Os indicativos de demência podem ser mais óbvios para os familiares ou amigos. Qualquer pessoa que apresente sintomas semelhantes aos da demência devem procurar um médico imediatamente.

Sintomas de Alzheimer

Todo mundo sente o esquecimento ou pequenos atrasos na memória, que fazem parte do processo normal de envelhecimento.

Todos têm dificuldades ocasionais para se lembrar de uma palavra, uma informação ou o nome de alguém.

No entanto, uma pessoa com os Sintomas de Alzheimer ou outros tipos de demência passará a encontrá-los cada vez mais frequentes e severos.

Qualquer um de nós poderia esquecer aonde deixamos nossa chave do carro ou da casa. Uma pessoa com os Sintomas de Alzheimer pode colocar as chaves em um lugar incomum, como a geladeira.

Além disso, o paciente acometido com os Sintomas de Alzheimer pode não se lembrar para que servem as chaves.

Por se tratar de uma doença de caráter progressivo, os Sintomas de Alzheimer pioram com o tempo. Quando aparecem os Sintomas de Alzheimer e como mudam gradativamente, varia de um caso a outro.

A Alzheimer´s Association é uma organização de saúde voluntária voltada para a atenção, apoio e pesquisa sobre os Sintomas de Alzheimer.

Com sede em Chicago, nos EUA, este organismo  apresenta 10 sinais de alerta para os Sintomas de Alzheimer, indicando que cada indivíduo que sofre com a doença pode sentir um mais destes indicativos em graus diferentes.

Um médico deverá ser procurado caso seja notado qualquer um dos Sintomas de Alzheimer.

Mudanças de memória que dificultam a vida cotidiana – Alzheimer

Um dos sinais mais comuns dos Sintomas de Alzheimer, especialmente nos estágios mais iniciais, é esquecer informação recém aprendida.

Também são esquecidas datas ou eventos importantes; as mesmas informações são pedidas de forma repetida; depende de sistemas de ajuda para a memória (como notas adesivas ou dispositivos eletrônicos) ou membros da família para fazer coisas;

Dificuldade para planejar ou resolver problemas

Algumas pessoas passam por mudanças em sua habilidade de desenvolver ou seguir um plano ou mesmo trabalhar com números.

Pode haver dificuldade em seguir uma receita conhecida ou gerenciar as contas das despesas mensais. Também podem apresentar problemas de concentração e levar mais tempo para fazer determinadas atividades que antes costumava realizar em menos tempo.

Alzheimer: Dificuldade para realizar tarefas habituais em casa, no trabalho ou em seu tempo livre

As pessoas que padecem dos Sintomas de Alzheimer passam a encontrar dificuldades para concluir as tarefas diárias.

Às vezes pode ter dificuldade para chegar a um lugar familiar, administrar um orçamento no trabalho ou lembrar as regras de um jogo  bem conhecido.

Desorientação de tempo ou lugar

As pessoas com os Sintomas de Alzheimer se esquecem das datas, estações do ano e a passagem do tempo.

Eles podem ter dificuldade de entender alguma coisa se ela não estiver em andamento no momento. Em alguns casos podem esquecer aonde estão e como chegaram até ali.

Alzheimer: Dificuldade para compreender imagens visuais e como objetos se relacionam uns com os outros no ambiente

Para algumas pessoas, ter problemas de visão é um sinal dos Sintomas de Alzheimer. Podem apresentar dificuldade em ler, calcular distâncias, determinar cor ou contraste, ao qual pode causar problemas para dirigir um automóvel.

Alzheimer: Novos problemas com o uso de palavras na fala e na escrita

Aqueles que sofrem com os Sintomas de Alzheimer podem ter problemas em seguir ou participar de uma conversa.

Também é possível que parem no meio do diálogo sem ter ideia de como seguir ou que repitam muito aquilo que já disseram. Pode ser que lutem para encontrar palavras corretas ou o vocabulário apropriado ou que chamem objetos por um nome incorreto.

Colocação de objetos fora de lugar ou a falta de habilidade para retraçar os próprios passos

Uma pessoa com os Sintomas de Alzheimer costuma colocar as coisas fora dos seus devidos lugares. Assim como podem perder coisas sem poder retraçar seus passos para poder encontrá-las. Às vezes é possível que acusem aos demais de lhes roubar. Isso pode ocorrer mais frequentemente com o tempo.

Diminuição ou falta de capacidade de tomar decisões

As pessoas acometidas pelos Sintomas do Alzheimer podem sofrer mudanças na capacidade de julgar ou de tomar decisões.

Por exemplo: é possível que transfiram grandes quantidades de dinheiro para pessoas que vendam produtos e serviços por telefone. Pode ser também que prestem menos atenção ou se descuidem no que diz respeito à higiene pessoal.

Alzheimer: Perda de iniciativa para participar do trabalho ou de atividades sociais

Uma pessoa com os Sintomas de Alzheimer pode começar a perder a inciativa para praticar passatempos, atividades sociais, projetos no trabalho ou mesmo atividades esportivas.

É possível que tenham dificuldade em compreender os eventos recentes do seu time do coração ou como praticar seu hobby favorito. Eles também podem evitar participar de atividades sociais devido às mudanças que sofreram.

Alzheimer: Mudanças no humor ou na personalidade

O humor e a personalidade das pessoas com os Sintomas de Alzheimer podem mudar. Assim como eles podem se tornar confusos, desconfiados, deprimidos, temerosos ou ansiosos.

Também podem se irritar com facilidade em casa, no trabalho, com amigos ou em lugares onde estejam fora de seu ambiente. 

Fases do Alzheimer

Segundo a Escala de Depressão Geriátrica (GDS), as Fases do Alzheimer se dividem em sete etapas.

Os médicos especializados na área de Geriatria, especialmente voltados para as Fases do Alzheimer, adotam a GDS, que foi desenvolvida pelo psiquiatra americano Barry Reisberg.

Das Fases de Alzheimer, as etapas de 1 a 3 constituem as fases prévias à demência, e de 4 a 7 o paciente já desenvolveu a doença. A partir da fase 5 a pessoa já não pode viver sem ajuda.

Alzheimer Etapa 1 — Não existe demência

Nesta primeira das Fases do Alzheimer a pessoa está mentalmente sã.

Etapa 2 — Perda

Durante as Fases do Alzheimer, nesta etapa que surge o esquecimento relacionado com a idade. Muitas pessoas maiores de 65 anos reclamam de que têm algumas dificuldades cognitivas e funcionais.

Ou mesmo apresentam problemas para recordar-se aonde deixaram as coisas. Esta condição é denominada como “deficiência cognitiva subjetiva”.

Pesquisas demonstraram que esta etapa das Fases do Alzheimer dura 15 anos em pessoas que não têm outra patologia.

Etapa 3 — Deficiência cognitiva leve

Nesta etapa das Fases do Alzheimer, as pessoas manifestam déficits sutis que são percebidos por aqueles que estão em seu entorno mais próximo.

Uma pessoa com deficiência cognitiva leve pode repetir várias vezes a mesma coisa. Também pode ver afetada sua capacidade para realizar funções executivas — atividades mentais difíceis que são necessárias para planejar, organizar, guiar, revisar e avaliar o comportamento necessário para alcançar determinados objetivos.

Alzheimer Etapa 4 — Declínio cognitivo leve

A precisão do diagnóstico pode ser apontado a partir desta etapa das Fases do Alzheimer. O déficit do paciente geralmente é mais evidente na realização de atividades com um nível de complexidade maior, às quais envolvem a tomada de decisões e a habilidade de resolução de problemas.

Etapa 5 — Declínio cognitivo moderado

Das sete Fases do Alzheimer, chegou aquele estágio da doença considerado mais delicado: o paciente já não pode viver sem a supervisão de alguém.

Um cuidador profissional ou um familiar responsável deve ajudá-lo fornecendo os alimentos adequados e auxiliando no controle das finanças.

Com relação às suas reações, pode demonstrar raiva e desconfiança. Quanto às questões funcionais, passa a apresentar problemas com as atividades do dia a dia. Em pacientes que não apresentam nenhum outro tipo de doença, esta dura, em média, um ano e meio.

Etapa 6 — Declínio cognitivo severo ou Demência moderadamente severa

O paciente nesta etapa das Fases do Alzheimer apresenta sérias dificuldades para realizar atividades básicas da vida diária.

Nesta sexta etapa das Fases do Alzheimer, a pessoa passa a apresentar déficits cognitivos mais sérios, não sendo mais capaz de responder sobre que tempo faz fora de casa ou o endereço em que vive.

Além disso, a pessoa passa a confundir a sua esposa com a sua mãe e não estar seguro da identidade dos familiares mais próximos. Das Fases do Alzheimer, ao fim deste período, a pessoa terá problemas na fala.

As mudanças de humor são mais evidentes e perturbadoras. Embora possam ter uma base neuroquímica, também podem ser influenciadas pela forma como a pessoa se sente psicologicamente sobre a diminuição das suas capacidades.

Devido estes déficits, a pessoa é incapaz de canalizar a energia para atividades que costuma desfrutar.

Medo, frustração e constrangimento são sentimentos que são comumente experimentados e podem levar a comportamentos agressivos. Ao ver-se tão dependente, a pessoa passa ter muito medo de ser deixada sozinha.

Quando esta etapa chega ao fim, o paciente será duplamente incontinente, pois precisará de ajuda para se vestir e tomar banho, e terá problemas de comunicação; desde então, passará a gaguejar, usar palavras inexistente e, assim, falar cada vez menos.

A duração média desta etapa, para uma pessoa em meio às Fases do Alzheimer, é de aproximadamente dois anos e meio.

Alzheimer Etapa 7 — Declínio cognitivo muito grave ou Demência grave

Na sétima e última etapa das Fases do Alzheimer as pessoas, para sobreviver, necessitam assistência contínua com as atividades básicas do dia a dia — orientadas para o autocuidado como tomar banho, vestir-se, comer, dormir, higiene pessoal.

Na última etapa das Fases do Alzheimer, os pacientes desenvolvem rigidez. Em seguida, sofrem de contraturas e deformidades físicas.

Além disso, as pessoas mostram reflexos infantis, tais como sucção, pressão palmar e plantar. Assim como os bebês, quando recebem uma leve pressão na mão ou na planta do pé, responde fechando a mão ou flexionando os dedos.

As pessoas em meio às Fases do Alzheimer geralmente morrem durante a sétima etapa. Isto é normalmente quando perdem a capacidade de andar e sentar-se de forma independente. Entretanto, a maioria dos pacientes morre de pneumonia por aspiração.

Nesta etapa das Fases do Alzheimer, uma queda ou infecção pode levar sérias complicações e até mesmo à morte. Também é provável que o paciente perca peso, sofra convulsões, infecções cutâneas e passe muito mais tempo dormindo.

Alzheimer fase final sintomas

O Alzheimer fase final sintomas, por se tratar de um processo degenerativo progressivo e crônico, calcular o tempo de sobrevivência dependerá de cada paciente e a forma com a qual interferem vários fatores.

Também conhecida como demência terminal, a Alzheimer fase final sintomas consiste na última etapa da progressão da doença. Neste estágio, a maioria das pessoas terá perdido a sua capacidade de fala ou comunicação.

Muitas vezes, na Alzheimer fase final sintomas, precisam de ajuda para a maioria de suas atividades, incluindo idas ao banheiro, alimentação, vestimenta, banho e outras atividades do dia a dia.

Como as pessoas no Alzheimer fase final sintomas muitas vezes perdem as habilidades psicomotoras, elas podem tornar-se incapazes de andar ou precisam de assistência considerável para se locomover.

A Alzheimer fase final sintomas pode durar de várias semanas a vários anos. À medida que a doença avança, geralmente requer-se atenção durante todo o dia. Logo, as necessidades da pessoas que sofrem com a doença mudarão e se aprofundarão.

As principais características relacionadas com o Alzheimer fase final sintomas são os seguintes:

  • Dificuldades para comer e engolir;
  • Necessita de ajuda para caminhar e, em seguida, acaba perdendo a capacidade de caminhar;
  • Precisa de auxílio em tempo integral com atenção personalizada;
  • Torna-se vulnerável a infecções, especialmente pneumonia.

No Alzheimer fase final sintomas, as prioridades de atenção e atendimento tendem a mudar.

No lugar de medidas curativas, o enfoque passa a ser os cuidados paliativos para aliviar a dor, os sintomas e o estresse emocional. Assegurar o bem-estar nos últimos meses, semanas ou dias de uma pessoa querida requer essa sensibilidade.

Segundo a Confederação Espanhola de Alzheimer, há uma série de Alzheimer fase final sintomas que indicam esta última etapa da doença.

Sinais de que o Alzheimer fase final sintomas está em um estágio avançado como as seguintes:

  • O paciente com Alzheimer fase final sintomas já não reconhece ou, quando o faz, apenas esporadicamente pessoas próximas, inclusive, é capaz de reconhecer seu próprio reflexo em um espelho;
  • A comunicação torna-se reduzida a um diálogo extraverbal devido à deficiência de linguagem. A pessoa adquire incapacidade de compreender a linguagem verbal e quase não fala, chegando a um momento em que ele ou ela emitirá apenas alguns sons;
  • O paciente com Alzheimer fase final sintomas necessitará de ajuda para realizar todas as atividades básicas do dia a dia. Tomar banho, alimentar-se, pentear-se, etc;
  • A pessoa com Alzheimer fase final sintomas começa a demonstrar instabilidade ao caminhar e passa a tropeçar com frequência, até que chega o momento em que perde a capacidade de caminhar sem ajuda;
  • Em seguida, perde a capacidade de sentar-se sem apoio, de sorrir e, finalmente, de manter segura a própria cabeça;
  • Aparece ou se acentua a perda de controle de esfíncteres do acometido pelo Alzheimer fase final sintomas. Primeiro ocorre a incontinência urinária; depois, a fecal;
  • Surgem as dificuldades para engolir a comida devido às alterações das estruturas que controlam neurologicamente este processo;
  • Costuma ser causa frequente de asfixia e pneumonia por aspiração , sendo esta última a principal causa de morte entre pessoas de pacientes com Alzheimer fase final sintomas;
  • Perda de peso significativa ocasionada pelas dificuldades mencionadas anteriormente, que levam ao enfraquecimento do sistema imunológico e à incapacidade de responder às infecções de forma adequada, que se tornam frequentes naqueles que estão em meio ao Alzheimer fase final sintomas;
  • A imobilidade e a perda de massa muscular costumam provocar a aparição de úlceras de pressão, conhecidas como escaras.

Segundo o médico Dráuzio Varella, enquanto o índice de mortalidade das doenças mais comuns tem diminuído nas últimas décadas, o das demências, como Alzheimer fase final sintomas, continua a aumentar.

Para Varella, médicos, familiares e os responsáveis pelo planejamento da assistência médica devem estar preparados para enfrentar o desafio de cuidar daqueles que chegam às fases demenciais mais avançadas — tal como o Alzheimer fase final sintomas —, poupando-os de intervenções inúteis que sobrecarregam o sistema de saúde e causam ainda mais sofrimento.

Atualmente, no Brasil, há por volta de 1 milhão de pessoas que sofrem de demência, sendo a maioria composta por aqueles acometidos pela doença de Alzheimer.

De acordo com estudo realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade de Queensland, na Austrália, há 30 anos, eram 500 mil pessoas; daqui a 30 anos, serão 4 milhões de pessoas.

Para os cientistas envolvidos na pesquisa, os dados são preocupantes mesmo levando em consideração a realidade do envelhecimento da população e o avanço dos diagnósticos.

Esta projeção indica que, se atualmente 25% dos idosos com mais de 80 anos apresentam algum tipo de demência, a tendência, daqui a três décadas, é de que esse índice chegue à metade dos idosos brasileiros desenvolvendo a doença.

Alzheimer mata?

Alzheimer mata? Em última instância, segundo o Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC, sigla em inglês), é uma forma mortal de demência.

Sexta maior causadora de mortes nos EUA, o Alzheimer mata? representa quase 4% de todas mortes registradas no ano de 2014.

Alzheimer mata? Segundo um estudo realizado nos EUA, e publicado em 2014, sim; um terço das mortes de pessoas acima de 75 anos pode estar relacionado à doença de Alzheimer.

Quanto à dúvida — Alzheimer mata? —, a pesquisa vai além; a doença pode ser responsável por tantos falecimentos em comparação às patologias cardiovasculares.

No entanto, para responder à pergunta Alzheimer mata? deve-se entender o motivo que essa doença leva a óbito. De acordo com o chefe do Serviço de Neurologia do Instituto Nacional de Gestão Sanitária da Espanha, Rafael Merino, a expectativa de vida daqueles que sofrem com a demência é diminuída em razão da problemas ocasionados.

“O Alzheimer não mata; as complicações derivadas da doença é que matam”, afirma. Para Merino, existe uma percepção distorcida sobre se o Alzheimer mata?

“Essa doença já existia no passado. O que acontecia é que a mortalidade em determinadas épocas significava que ela mal atingia a idade de 60 anos, portanto, não se manifestava. Hoje em dia, o envelhecimento da população e o aumento da expectativa de vida significa que o mal de Alzheimer é mais prevalente”, explica.

Sobre o fato de que o Alzheimer mata?, o CDC entende como um problema de saúde pública em razão de as mortes relacionadas com a doença terem registrado aumento nos últimos 20 anos em todos os recortes de raça, sexo e etnia, e, muito provavelmente, continuarão a subir à medida que a população continue envelhecendo.

Alzheimer mata? No Brasil, segundo dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, houve evolução no número de mortes causadas pelas implicações da doença, sendo 15,5% entre as mulheres e 7,7% entre os homens. .

Os resultados deste estudos foram publicados em 2015 pelo periódico Cadernos de Saúde Pública, revista produzida pela Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz.

Em artigo publicado em 2021, conforme dados da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, as características predominantes dos óbitos relacionados ao Alzheimer no país, entre os anos de 2010 e 2019, são:

  • 64,54% de mulheres;
  • 75% possuem acima de 80 anos;
  • 73,80% de pessoas brancas;
  • 50,66% de mulheres viúvas.

Medicamentos para Alzheimer

Há três décadas que as comunidades científica e médica estão empenhadas em buscar o melhor tratamento possível para as diferentes fases do Alzheimer.

Diante de uma doença considerada incurável, os Medicamentos para Alzheimer têm o objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente que atravessa alguma fase da doença.

Os Medicamentos para Alzheimer são resultado de pesquisas que procuram desvendar as atividades cerebrais.

De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), os sintomas da doença são provocados pelas alterações da acetilcolina, uma substância presente no cérebro.

Acetilcolina é uma substância química elaborada por alguns tipos de neurônios. Tem como função enviar mensagens para outras células, inclusive outras células nervosas, células musculares e células glandulares.

Por isso, os Medicamentos para Alzheimer têm como função inibir a deterioração da acetilcolina.

No Brasil, os Medicamentos para Alzheimer aprovados pela Anvisa para uso nos casos de demência leve e moderada são rivastigmina, a donepezila e a galantamina.

Ainda com relação ao tratamento farmacológico, os resultados apresentados pela Cannabis Medicinal apresentou uma alternativa que tem sido considerada viável e promissora seja pelos médicos, seja pelos pacientes que usam Medicamentos para Alzheimer convencionais.

Diferente dos Medicamentos para Alzheimer mais tradicionais, que não ajudam de forma satisfatória na contenção dos danos causados pela doença — nem melhorando os sintomas, nem impedindo a evolução destes —, o Canabidiol (CBD) apresentou benefícios que auxiliam no avanço do quadro de boa parte dos pacientes.

Segundo a Sociedade do Alzheimer do Canadá, entre os Medicamentos para Alzheimer, o CBD atua em vários órgãos, mas especialmente no cérebro, aumentando as conexões entre os neurônios — principais atingidos com a doença.

O médico generalista Aldo Deucher, que também é dono de uma clínica multidisciplinar, afirma ao jornal Folha de S. Paulo que, dos Medicamentos para Alzheimer, o aumento da demanda por Canabidiol está associada com a falta de opções de tratamento.

“A família dos pacientes procuram a Cannabis medicinal porque é a terapia que dá resultados positivos e rápido”, diz Deucher.

“É revolucionário. Não estou falando de cura. Eles continuam sendo pacientes com Alzheimer. Mas o quadro do paciente muda significativamente”, explica.

Conforme aumenta a população, cresce o número de pessoas acima de 65 anos e, por consequência, amplia-se também a quantidade de indivíduos com os sintomas da doença e a busca por Medicamentos para Alzheimer.

A incidência de pacientes à procura de Cannabis Medicinal já apresenta reflexo na busca por consultas na clínica de Deucher. “Entre todos os pacientes que chegam ao meu consultório, os pacientes de Alzheimer são em maior número”, afirma.

Dos Medicamentos para Alzheimer, a Cannabis medicinal apresenta uma série de propriedades terapêuticas, tais como efeitos ansiolíticos, analgésicos, antidepressivos e anti-inflamatórios, após interação com os receptores do sistema endocanabinoide, presentes no sistema nervoso.

IMPORTANTE: Este site não oferece tratamento ou aconselhamento imediato para pessoas em crise suicida. Em caso de crise, ligue para 188 (CVV) ou acesse o site www.cvv.org.br. Em caso de emergência, procure atendimento em um hospital mais próximo.